Escuta e discernimento
Vivemos “um Kairos, um tempo favorável à escuta e ao discernimento” que se conecta com o Magistério e “nos impele a abrir novos caminhos missionários em direção às periferias geográficas e existenciais e aos lugares próprios de uma Igreja em saída”.
A partir daí ele pergunta sobre os desafios e orientações pastorais a serem assumidos, dizendo que “a voz do Espírito ressoou em meio ao diálogo e ao discernimento”, pedindo uma maior encarnação, acompanhamento e promoção dos jovens, atenção às vítimas de abusos, participação ativa das mulheres nos ministérios e nos espaços de discernimento e tomada de decisões eclesiais.
Também a promoção da vida em sua totalidade, a formação em sinodalidade para erradicar o clericalismo, a participação leiga em espaços de transformação, a escuta e o acompanhamento do grito dos pobres, dos excluídos e dos descartados. Foi apontada a necessidade de novos programas de formação nos seminários, de dar valor aos povos nativos, de inculturação e interculturalidade, de lidar com questões sociais e de formação em sinodalidade.
Na longa lista de elementos a serem levados em conta, não é fácil resumir as contribuições de tantas pessoas, foi lembrada a importância da experiência do Povo de Deus, de viver os sonhos da Querida Amazônia, de acompanhar os povos originários e afrodescendentes na defesa da vida, da terra e de suas culturas.
Texto: com informações da CNBB, Pascom Brasil e Pe. Luís Miguel Modino, membro da Equipe de Comunicação Assembleia Eclesial

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