A pergunta sobre a vida pós-morte sempre fez parte da existência humana como, também, as questões referentes a questões práticas como a cremação e o sepultamento dos fiéis defuntos. De origem judaico-cristã, a Igreja sempre defendeu o sepultamento como destino dos seus fieis após a morte. Os cristãos primitivos procuravam sepultar seus mortos num mesmo lugar, espaço que recebeu nome de cemitério, cujo significado é dormitório.
Estudiosos revelam que a prática da cremação surgiu da necessidade de trazer de volta os soldados mortos para receberem sepultura em sua pátria, como ocorria entre os gregos; ou por convicções religiosas, como entre os escandinavos, que acreditavam assim libertar o espírito de seu invólucro carnal e evitar que o morto pudesse causar algum mal aos vivos.

“Comunicar a dignidade humana” é tema da 47ª Assembleia Eclesial do Regional Sul-1 da CNBB

Regional Sul 1 da CNBB mobiliza ajuda para atingidos por enchentes no Vale do Ribeira

Dossiê apresenta a trajetória do Ensino Religioso no Brasil desde o século XIX